Como não sou como a comum das mulheres na casa dos 30, sem falsas modéstias sei que sou gira, inteligente, boa, divertida e amiga. Sou também mázinha, crítica, impulsiva, instável, insana. . Sou uma verdadeira Borderline.

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Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

O 2º trimestre da gravidez, resumido mês a mês:

O trimestre das revelações!!!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4º mês
No quarto mês o feto mede já 16/20 cm e pesa cerca de 120/170g.
As alterações serão agora mais lentas, a cabeça ergue-se cada fez mais pois os músculos estão a desenvolver-se. O esqueleto transforma-se em osso e os movimentos são mais intensos. O bebé começa a engolir e a deglutir liquido amniótico.
 
 
 
 
 
 
5º mês
No quinto mês o bebé mede 20/25 cm e pesa 300/500g.
Nesta altura poderia dizer-se que o feto sobreviria fora do útero materno por estar tão bem formado, mas isso provavelmente não aconteceria. O bebé ainda não pode regular a sua temperatura pois ainda não tem gordura suficiente para se aquecer.
 
 
 
6º mês
No sexto mês o bebé mede 30/35 cm e pesa 700/900g.
O bebé está vermelho, fraco e enrugado por falta de tecido gordo. O bebé com o seu peso já sobreviveria fora do útero materno porque se começaram a formar os auvelos pulmonares. Os bebés prematuros nesta altura conseguem sobreviver cada vez mais. Os auvelos pulmonares podem abrir-se e o feto mantém os movimentos respiratórios. O cérebro apresenta um eletroencefalograma, o que significa que o córtex cerebral está a funcionar. Assim o feto pode começar a conectar-se através dos sistemas auditivo e visual.

publicado por Moky às 20:51

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Dicas para melhor nos safarmos a comprar roupinhas para o futuro bebé:

 

Quando comecei pela primeira vez à procura de roupas para o bébé deparei-me com uma quantidade abismal de  Tamanhos e Roupas, variáveis de marca para marca, por umas representradas com tamanhos iguais aos meses do bebé, noutras iguais aos centimetros como é o caso da C&A e da H&M.

Sozinha, como é que eu iria conseguir comprar alguma coisa de útil sem cair nos exageros de Compras em demasia, podendo cair no risco de ter depois roupas que o Santigo nem chegará a estrear, por serem demais no tamanho pequenino e faltarem-me outras para o tamanho de 3 meses (ou 62 centimetros)?!

Uma vez mais servi-me das minhas incursões pela internet e pelos livros para aprender alguma coisa...

 

 

  • O que aprendi até agora:

 

Não é preciso comprar muitas roupas do tamanho 50 (recém-nascido) porque as pessoas, de um modo geral, oferecem roupas desse tamanho e o bébé pode nascer com um tamanho acima. Não só geralmente se recebem de presente, como também deixam de servir muito rapidamente.Por isso, deve-se comprar o indispensável que a maternidade pede.

Eu começei ontem a aproveitar os saldos para comprar a roupa, não só para o nascimento como tambem até cerca dos 6 meses. No meu caso, se o bébé vai nascer em finais de Abril ou mesmo nos primeiros dias de Maio, logo tenho de ter o cuidado em escolher as roupas adequadas para essa época, visto que os saldos actuais são de roupas de Inverno. Com 3 meses estaremos em pleno Agosto e aos 6 meses em Novembro, e é por estes dois tamanhos e estações (Verão e Outono) que me estou a guiar agora, na minha aventura nova, a das compras enquanto futura super-mamã!!!!

Não vou comprar um casaco 50 quente, porque depois de Abril vem o Verão e nunca será usado e será demasiado pequeno para o próximo Inverno. O ideal é comprar uns básicos como calças e/ou macacões de sarja ou ganga e camisolas de manga comprida primaveris. Nem sequer compro babygrows porque toda a gente me ofereceu isso em cores diferentes no Natal.

Peças de roupa que toda a gente se esquece de oferecer: meias (e não falo de botinhas) e roupa interior (babygrow ou peças separadas calça+camisola).

 

 

Babetes:

Comprar babetes com velcro e não com atilho, porque segurando o bébé, consegue-se sempre com uma só mão colocar a babete, enquanto que com as babetes de atar precisamos sempre de duas.

As babetes que se bordam a ponto cruz ficam muito bonitas, mas de prático não tem nada. A zona bordada é sempre um pouco áspera para se limpar o bébé. É preferível apenas as de feltro e guardar as bordadas para um evento mais especial. Vou bordar o meu primeiro babete azul, que comprei hoje numa retrosaria do Dolce Vita tejo e depois posto aqui para verem como ficou!!! Hehehe!

Será que ainda te safas no ponto de cruz, mamã Moky???


publicado por Moky às 20:20

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Sábado, 26 de Dezembro de 2009

Medidas para roupa de cama de bebé - MUITO ÚTIL

Roupa de cama

Berços
Fronha
35 x 45 cm
Lençol
80 x 110 cm
Lençol-capa
40 x 80 cm
Colcha / cobertor
75 x 100 cm

 

Para a cama de bebé
Cama 60 cm x 120
Fronha
40 x 60 cm
Lençol
120 x 180 cm
Lençol-capa
60 x 120 cm
Capa de edredon
80 x 120 cm
Colcha / cobertor
130 x 150 cm
 
 

Cama evolutiva 60 x 120 cm

Fronha
40 x 60 cm
Lençol
120 x 180 cm
Lençol-capa
90 x 140 cm
Capa de edredon
100 x 120 cm
Colcha / cobertor
130 x 150 cm
 

 

Para a cama de criança
Fronha quadrada
63 x 63 cm
Fronha quadrada
65 x 65 cm
Fronha rectangular
50 x 75 cm
Fronha de travesseiro
85 x 185 cm
 
 
Lençol de 1 pessoa
180 x 290 cm
Lençol de 2 pessoas
240 x 300 cm
   
Lençol capa cama evolutiva
90 x 140 cm
Lençol capa cama evolutiva 1 pessoa
90 x 190 cm
Lençol capa cama evolutiva 2 pessoas
140 x 190 cm
   
Capa de edredon evolutivo
100 x 120 cm
Capa de edredon evolutivo 1 pessoa
140 x 200 cm
Capa de edredon evolutivo 1 pessoa
200 x 200 cm
Capa de edredon evolutivo 1 pessoa
240 x 220 cm
 
 
Colcha cama Cobertor / 90
180 x 220 cm
Colcha cama Cobertor / 120/140
240 x 220 cm

 

sinto-me: pré-mamã

publicado por Moky às 20:18

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Guia de tamanhos para vestuário de recém-nascido, prematuros, bebés, grávidas, etc - MUITO ÚTIL!!!


Bebé: vestuário
Idade
uma encomendar
Altura
em centímetros
Peso médio
e
kg m
Peso-pluma 40 2
Prematuros 45 2,5
Recém-nascidos 50 3,3
1 mês 54 4
3 meses 60 5 a 6
6 meses 67 7 a 8
9 meses 71 8 a 9
12 meses 74 9 a 10
18 meses 81 11
24 meses 86 12
36 meses 94 14
Chapéus
Idade
uma encomendar
Centímetros á medida em volta da cabeça
1 mês 42
3 meses 42
6 meses 45
9 meses 48
12 meses 48
18 meses 51
24 meses 51
36 meses 53

 
Crianças
Idade
uma encomendar

Altura
e
m cm
Medida volta a
e do peito
m cm
Medida da
em cintura
centímetro
Medida À volta da anca
em
centímetro
2 anos 83-89 52 48 56
3 anos 90-97 54 50 58
4 anos 98-104 56 52 60
5 anos 105-110 58 53 62
6 anos 111-116 60 54 66
7 anos 117-122 62 55 68
8 anos 123-128 64 56 70
9 anos 129-134 67 57 73
10 anos 135-140 70 58 76
12 anos 141-152 78 60 84
 
Idade média:
Menina

Altura
e
m cm
Medida volta a
e do peito
m cm
Medida da
em cintura
centímetro
À medida em volta da anca centímetro
14 anos 153-158 82 61 88
16 anos 159-164 88 62 92
18 anos 168 92 66 96
         
Idade média:
Menino

Altura
e
m cm
Medida volta a
e do peito
m cm
Medida da
em cintura
centímetro
À medida em volta da anca centímetro
14 anos 153-164 82 66 84
16 anos 165-176 88 71 92
18 anos 180 88 76 96


Vestuário Pré-Mamã
Para encomendar, Peça um tamanho acima do seu habitual antes da gravidez.
Na confecção dos artigos já tivemos em conta uma evolução da sua silhueta durante uma gravidez
Para Verificar Qual é a sua medida de soutien Consulte uma tabela em baixo:

A Copa Pouca profundidade
Base do peito
em centímetros
63/67 68/72 73/77 78/82            
A volta do peito
em centímetros
77/79 82/84 87/89 92/94            
Tamanho correspondente
80A 85A 90A 95A            

Copa B
média profundidade
Base do peito
em centímetros
63/67 68/72 73/77 78/82 88/92 93/97 98/102      
A volta do peito
em centímetros
79/81 84/86 89/91 94/96 104/106 109/111 114/116      
Tamanho correspondente
80B 85B 90B 95B 105B 110B 115B      

Copa C
Profunda
Base do peito
em centímetros
63/67 68/72 73/77 78/82 83/87 88/92 93/97 98/102 103/107 108/112
A volta do peito
em centímetros
81/83 86/88 91/93 96/98 101/103 106/108 111/113 115/118 121/123 126/128
Tamanho correspondente
80C 85C 90C 95C 100C 105C 110C 115C 120C 125C

Copa D
muito profunda
Base do peito
em centímetros
68/72 73/77 78/82 83/87 88/92 93/97 98/102 103/107 108/112 113/117
A volta do peito
em centímetros
88/90 93/95 98/100 103/105 108/110 113/115 118/120 123/125 128/130 133/135
Tamanho correspondente
85D 90D 95D 100D 105D 110D 115D 120D 125D 130D

COPA E
super profunda
Base do peito
em centímetros
68/72 73/77 78/82 83/87 88/92 93/97 98/102 103/107 108/112  
A volta do peito
em centímetros
95/97 100/102 105/107 110/112 115/117 120/122 125/127 130/132 135/137  
Tamanho correspondente
85E 90E 95E 100E 105E 110E 115E 120E 125E  

Copa F
Profundidade máxima
Base do peito
em centímetros
68/72 73/77 78/82 83/87 88/92 93/97 98/102 103/107 108/112 113/117
A volta do peito
em centímetros
92/94 97/99 102/104 107/109 112/114 117/119 122/124 127/129 130/132 135/137
Tamanho correspondente
85F 90F 95F 100F 105F 110F 115F 120F 125F 130F

Copa G
profundidade extra
Base do peito
em centímetros
73/77 78/82 83/87 88/92 93/97 98/102 103/107      
A volta do peito
em centímetros
99/101 104/106 109/111 114/116 119/121 124/126 129/131      
Tamanho correspondente
90G 95G 100G 105G 110G 115G 120G      

Calçado

Centímetros em comprimento
9,7
10,3
11
11,6
12,3
13
13,6
14,3
15
15,6
16,3
17
17,6
18,3
19
Número
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
 
Centímetros em comprimento
19,6
20,3
21
21,6
22,3
23
23,6
24,3
25
25,6
26,3
27
27,6
28,3
29
Número
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45

 

sinto-me: pré-mamã

publicado por Moky às 20:14

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Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009

A seguir vou ler....

                      

           Nómada”, o novo romance da autora norte-americana Stephenie Meyer, autora da saga de vampiros e lobisomens “Luz e Escuridão”, tem tudo para agradar aos fãs da escritora e dos seus bestsellers. Mesmo que desta vez a temática seja diferente pois neste género de ficção científica não existem naves espaciais, batalhas intergaláticas, luz e visitas a planetas desconhecidos. Há extraterrestres, sim, mas não passam de almas.

Em Nómada a Terra foi invadida por seres alienígenas, mas (e esta é uma das originalidades da obra e um dos seu pontos fortes), a invasão é feita pela alma, no qual os habitantes da Terra passam a ser os hospedeiros dos aliens. A alma humana dá lugar (forçada) à alma extraterrestre, já que esta última precisa de se expandir do seu mundo já esgotado. Indiferentes ao tipo de hospedeiros que os acolhem, os aliens adaptam-se a viver em qualquer mundo e chegam a Terra depois de já terem passado, por exemplo, por mundos povoados por espécies de golfinhos ou aranhas.
 
Segundo li em críticas, a obra está escrita de uma forma competente, embora sem grandes brilhantismos literários, mas também não é isso que se pede, nem o que se aguardava em mais este livro, que se destina ao público juvenil.
O argumento está bem estruturado e aproveita bem a excelente ideia que está na origem da história.
Os parasitas da alma aos poucos começaram a dominar o nosso planeta e criam cá uma sociedade aparentemente perfeita, onde a aparência exterior permanece inalterada, embora haja melhorias notórias. Por exemplo, a saúde é uma área vital, quase não há doenças, e a criminalidade praticamente desapareceu. Praticamente porque, na verdade, há ainda uns focos de resistência humana a esta invasão, seja em grupos seja a nível individual.
Nem todos os humanos (entre os sobreviventes) estão satisfeitos com as novas regras. Na verdade, a esta nova Terra ironicamente falta… alma. E é por aqui que “Nómada” segue. O leitor, tal como qualquer alien parasita “invade” a mente de Melanie Stryder, a protagonista. Ela foi possuída por uma invasora, chamada Nómada, mas algo correu mal, já que se mantém consciente dentro do seu próprio corpo, em paralelo com Nómada. Um verdadeiro caso de dupla personalidade. Acaba por tornar-se uma espécie de consciência da extraterrestre, levando esta a questionar-se sobre a bondade da invasão protagonizada pela sua espécie. Este é outro dos pontos fortes da obra de Stephenie Meyer, a evolução da relação entre estas duas mulheres que partilham o mesmo corpo. Nómada não sabe como viver/conviver com as sensações e emoções dos humanos, sendo-lhe difícil compreender sentimentos como solidariedade, compaixão e, inevitavelmente, amor.
Jared é o homem que Melanie ama e ela praticamente obriga Nómada a ir ao encontro dele. Quando o encontram, começam aí os verdadeiros dilemas internos de Nómada.
Nómada/Melanie vão parar a uma comunidade que vive escondida numa região remota, que tenta recriar em pequena escala o modelo de sociedade existente antes da invasão.
Ao contrário de outros livros da autora, em “Nómada” não há a sensação de que se caminha para um desfecho que… não tem desfecho. Não há aqui um objectivo assumido de fazer uma trilogia, ou tetralogia. Mas sosseguem os fãs, a história, apesar de ter uma conclusão, deixa algumas pontas suficientemente soltas para, caso seja necessário, dar início a uma eventual saga.
Apesar da fórmula de Stephenie Meyer estar votada ao sucesso e por isso não ser necessário mudá-la, talvez com “Nómada” a escritora pudesse ter arriscado um pouco mais. Poderia ter posto de parte o seu estilo contido e pintar a história com mais sangue, com tons mais negros, dotá-la de mais sombras. Não iria por certo espantar os fãs já conquistados e até poderia abrir portas a outros públicos igualmente jovens mas já mais abertos a outras experiências.

                                            

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publicado por Moky às 22:50

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Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

Está resolvido o mistério: Vou ser mamã de um menino!!!

Finalmente está revelado o mistério, vou ter um MENINO, e estou tão felizzzzzzzzzzzzzzzzzzz que nao consigo conter tanta alegria em mim!
É certo que eu estava inclinada para uma menina, tinha tanta certeza (tonta, né ?!?!?) que já imaginava a casa cheinha de Hello Kittys, bonecas, cor-de-rosa e lilázes e biquínis com pintinhas amarelas, tótós e ganchinhos, vestidos de folhinhos de pricesas e mini-saias bem curtas e o pai stressado a dizer: - nem pensar, "assim não sais de casa!", mas quando fiz esta ecografia e vi que afinal é um filhote e que se está a desenvolver saudável e perfeitinho, sem QUAISQUER vestígios  aparentes de anormalidade, a minha felicidade foi tão grande que tudo o resto passou para segundo plano!
 
Dei-me conta que afinal o sexo nao é assim tao importante ...
 
Pois é!  Afinal aquela antiga e célebre frase que ouvimos de todos os nossos avós, tios, da velhinha lá da aldeia, avô da amiga, etc, que nos diz que "o que importa é que venha perfeitinho e com saúde", faz TODO o Sentido. TODINHO! Esquecemos logo a nossa preferencia anterior quando sabemos que o bebé está bem, acreditem!
Quando eu e o Tó, um pai babado, chegamos à tão desejada ecografia mal podíamos esperar por saber qual o sexo do bebé. Aliás, era esse o nosso objectivo real, para além da gravação do DVD da ecografia, pois estou a ser seguida (e a ser seguida muito bem) na MAC e tenho esta mesma ecografia marcada para 6 de Janeiro de 2010, só que infelizmente, devido ao excesso de GRÁVIDAS que lá são seguidas por dia, se torna impossivel permitir gravar dvd's. Daí termos recorrido a esta ecografia particular, aproveitando também para ficar a saber o sexo do nosso bebé antes do Natal.
Quando o Dr. começou o exame perguntou-nos se tínhamos algum preferência por sexo e aí eu permiti ao Tó ser ele a responder, também para o ouvir. - Sim Dr. gostava-mos de ter uma menina!
-E a mãe?
- Também preferia uma menina, eu acho, dr. E estou convencida que é uma menina Dr. Mas vamos mas é ver isso depressa, por favor. disse eu, enquanto o Dr. nos mostrava ampliações dos braços, das mãos, da barriga, pernas e da coluna do bebé.
Passado poucos minutos e algumas ampliações e Medições mais a frente, todas elas consideradas OK e com valores dentro do normal, o Dr. avisou-nos:
- É agora!, Começando uma imagem Estabilizar fazer um bebé sentado, visto por baixo, de pernas abertas, como se estivéssemos o oplhar por baixo de seu e rabiosque "documentos":-É agora! Estão a ver? e enquanto dizia isto ia ampliando cada vez mais uma imagem, perguntando novamente:
- Que sexo é preferiam que, que já não me lembro?
Aí eu parei para me sentir, apertei a mão do meu amor, do meu Tó com ainda mais força, olhei para cima, para um ecrã acara do meu maridão, sorri, voltei a olhar para ele e disse:
- Preferiamos uma menina mas já sei que é um menino, mas não faz mal, fica para a próxima! E ao dizer isto senti mesmo isso. Paz.
Fiquei impressionada comigo mesmo com a forma como aceitei automaticamente que ía ser um menino, quando ouvi o Dr. a confirmar que realmente era um "menino" apenas senti uma surpresa inicial, mas no momento seguinte (tipo numa Fracção de segundo) que soube estava perfeitamente feliz com o facto de ser um menino! Tive quase instantaneamente uma consciencia de que nao podia Permitir-me qualquer tipo de desilusao quando acabei de saber que o meu filho está bem Desenvolver um, seria muita ingratidão da minha parte! Afinal o que mais pode uma mãe desejar quando sabe que o seu rebento está perfeitinho e saudável? Afinal que posso querer mais? Vou ser uma só no meio dos dois gran des Homens da minha vida! Lindo, não?
O engracado, no entanto, foi o António que se Primeiramente um rapaz queria mais tarde já queria uma menina, aliás ele já estava um mentalizar-se para uma menina, achava que as meninas sao mais bonitas que os rapazes, mais que gostam do pai que os meninos (o que é verdade ...)! Tadinho ... Acho que foi de tanto me ouvir dizer que ia ser uma menina, ele acabou por interiorizar a ideia de uma menina ... eh eh!
Mas em tudo ele mais uma vez mostrou-me que está comigo, que me ama e não desarma, como os Heróis, e no segundo em que soubemos o sexo o olhar dele irradiava felicidade, enchendo o meu coração de amor. Ai meu Deus, como te amo Amor, só me apetecia amar-te, comer-te mesmo ali .... és tudo para mim, somos uma familia perfeita agora, nós os três, não te parece?
Enfim, o importante é que estamos os dois muito felizes com o nosso filhote ... e não vai mais haver problema para escolher o nome como estava a acontecer caso fosse menina nem (pois eu gosto dos nomes que ele escolhe e nem ele gosta dos meus); assim estamos de acordo que não vai sair!
Atenção:
- Vem ai SANTIAGO!
sinto-me: Super -mamã!

publicado por Moky às 16:35

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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Estou a ler: Tudo por Amor

  • TUDO POR AMOR de Judi Picoult

 

 

 Tudo por Amor, fala-nos daquilo que uma mãe é capaz de fazer por amor... ao seu filho.

 

 

     Nina Frost é delegada adjunta do Ministério Público, acusa pedófilos e todo o tipo de criminosos que destroem famílias. Nina ajuda os seus clientes a ultrapassar o pesadelo, garantindo que um sistema criminal com várias falhas mantenha os criminosos atrás das grades. Ela sabe que a melhor maneira de avançar através deste campo de batalha vezes sem conta, é ter compaixão, lutar afincadamente pela justiça e manter a distância emocional.  Mas quando Nina e o marido descobrem que o seu filho de 5 anos foi vítima de abuso sexual, essa distância é impossível de manter e sente-se impotente perante um sistema legal ineficiente que conhece demasiado bem. De um dia para o outro o seu mundo desmorona-se e a linha que separa a vida pessoal da vida profissional desaparece.As respostas que Nina julgava ter já não são fáceis de encontrar. Tomada pela raiva e pela sede de vingança, lança-se num plano que a pode levar a perder tudo aquilo por que sempre lutou. Conhecendo tão bem o sistema legal com que contacta todos os dias, Nina decide, num impulso, fazer justiça pelas próprias mãos...

 

 

 

 

      Faz-nos pensar: até onde iremos por amor? Por um filho?

.

.

“Aqui se encontram as emoções verdadeiras da maternidade, com todas as contradições e toda a intensidade.” – Washington Post
.
"O que vem a seguir ao amor(...) é ser-se mãe." - Tudo por Amor, Jodi Picoult


 

 


publicado por Moky às 20:24

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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

O Pacto - JODI PICOULT

 

 

Será que conhecemos mesmo os nossos filhos?

 

Sinopse:

 

 

Há dezoito anos que os Harte e os Gold vivem lado a lado, partilhando tudo, desde comida chinesa e varicela até irem buscar os filhos uns dos outros à vez. Quer os pais quer os filhos são melhores amigos, por isso, não é nenhuma surpresa quando a amizade entre Chris e Emily se transforma em algo mais na altura do liceu. Tornaram-se almas gémeas no momento em que Emily nasceu. Quando ligam do hospital por volta da meia-noite, ninguém está preparado para a verdade terrível: Emily, com apenas dezassete anos, está morta devido a um tiro na cabeça, aparentemente resultado de um pacto suicida. A arma contém uma bala que Chris diz à polícia estar-lhe destinada, mas uma detective local tem dúvidas. Os Harte e os Gold, num único momento aterrador, têm de encarar o pior medo de um pai: será que conhecemos mesmo os nossos filhos?

 
 
 
 
 

 

 

sinto-me: com vontade de ler...

publicado por Moky às 17:02

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Domingo, 20 de Dezembro de 2009

Para a Minha Irmã - JODI PICOULT

 

 

                                                                    Sinopse

 

 
Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente seleccionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica - ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo.

 

Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento. Em Para a Minha Irmã muitas questões complexas são levantadas: Anna tem obrigação de arriscar a própria vida para salvar a irmã? Os pais têm o direito de tomar decisões quanto ao papel de dadora de Anna? Conseguimos distinguir a ténue fronteira entre o que é legal e o que é ético nesta situação? A narrativa muda de personagem para personagem de modo que o leitor pode escutar as vozes dos diferentes membros da família, assim como do advogado e da tutora ad litem, destacada pelo tribunal para representar Anna.

  

 

 

 

Kisses,

 

Moky


publicado por Moky às 22:12

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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Os Homens que odeiam as Mulheres - STIEG LARSSON

Ler é um dos meus maiores prazeres. Principalmente quando temos tempo livre. Bastante até, agora que estou grávida e em casa!
Não haver horários para nada, não ter compromissos nem prazos, nem sequer para comer, faz com que ler seja onde e quando se quiser, sem obrigatoriedade de parar. Aaaahhh! E como é bom!
Um livro que quero á muito explorar e que espero faze-lo já já aseguir à visita do pai natal è este quevos falo: O primeiro da triologia Millenium, Os Homens que Odeiam as Mulheres, cujasprimeiras 33 páginas li de uma assentada numa das minhasminhas idas à wook do dolce vita Tejo, para onde vou agorinha mesmo, buscar o meu maridão!
 e que li de um fôlego tem tudo para ser um bom companheiro de férias: aventura, mistério, suspense, actualidade, política, policial, amor, sexo, que se sucedem de forma veloz, em 539 páginas tão bem escritas e que nos prendem ao enredo magistralmente.


« Os homens que odeiam as mulheres » é o 1º volume de uma trilogia escrita pelor Stieg Larsson. Jornalista e editor da revista Expo, Stieg Larsson foi um dos maiores peritos mundiais no estudo de movimentos antidemocráticos, de extrema-direita e nazis. Digo “foi” porque já morreu, exactamente depois de entregar os três volumes da trilogia Millennium .Morreu de causas naturais, ao que parece e, apesar de todas as mortes serem lamentáveis, depois de o lermos, concordamos que tenha sido cedo demais.
Mas afinal de que trata o livro?


Começa tudo com um escândalo jornalístico sobre um banqueiro que, devido a falta de provas que justifiquem as acusações publicadas, levam à condenação de Mikael Blomkvist, jornalista e editor da revista Millennium.
Afastado voluntariamente da revista, é contactado e contratado pelo patriarca de uma das grandes famílias suecas, Henrik Vanger, dono de uma sólida indústria com ramificações em diversas áreas. A proposta que ele faz ao jornalista é insólita e aliciante; descobrir o mistério da morte de uma sua sobrinha-neta, há 40 anos atrás, pagando-lhe uma avultada soma em dinheiro mas, melhor que tudo, dando-lhe em troca provas concretas da corrupção do “tal” banqueiro que lhe permitirão a vingança . Como disfarce para a sua investigação, dado que a família Vanger é um ninho de víboras, diria a todos que estava a escrever a história da família.
Esta é a 1ª parte da história, as 122 páginas iniciais.
A partir daqui temos um Mikael que se instala lá bem a norte da Suécia, numa pequena cabana em Hedestad, gelada e solitária, deixando para trás a sua amante e sócia à frente da revista. Começa a investigar e estudar a família em questão e a analisar o dia fatídico da morte de Harriet.
Fascinante é a segunda personagem mais importante, Lisbeth Salander, freelancer numa empresa de investigação privada, uma hacker fabulosa, que investiga Mickael a pedido de Vanger. De personalidade fechada, altemente problemática e irrascível vai acabar por trabalhar com Mikael e envolver-se afectiva e fisicamente com ele. Juntos vão passar por algumas vicissitudes, perseguições e finalmente descobrir o mistério de Harriet Vangler.
Não vos vou contar mais pormenores porque tiraria todo o interesse a quem o quiser ler. Direi apenas que é bem interessante o contexto político e económico sueco onde se passa a acção, a actualidade do mundo e submundo da imprensa, as novas tecnologias e a sua aplicação fascinante à espionagem electrónica.
Não percam. Leiam!
Segue-se em breve, espero, « A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo », 2º volume desta trilogia e que já está na minha mesa à espera de vez. O 3º é « A rainha no palácio das correntes de ar». Sugestivos os títulos, não?
sinto-me: com vontade de ler...

publicado por Moky às 22:34

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